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1 Semana com o Regata OS, e isso foi lá em 2020...

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Depois de alguns dias de uso deste sistema operacional agora dá pra fazer considerações… Antes de mais nada, o sistema foi recomendado por uma pessoa no grupo do Kretcheu no Telegram, que fez outras indicações também e uma delas foi o Zorin OS. Como venho do velho rWindows, ou o Janelas, tenho um hábito básico de sair jogando tudo que existe porque gosto. Pelo sistema ter suporte direto com o cliente Steam e outros serviços, já me chamou bastante a atenção. Ao descobrir que era feito por brasileiros, fiquei mais empolgado. E não é porque não sei inglês, sim eu sei inglês, mas o motivo foi por ser um sistema de conterrâneos. Ao ver vídeos de instalação do sistema, descobri também a comunidade brasileira de desenvolvedores. Assim que a acessei expliquei a situação e recebi as orientações que precisava. Com o passar das horas percebi problemas e nos dias seguintes detectei vários outrs. Contactei a equipe e eles agradeceram o retorno, arrumando o sistema e a loja de aplicativos. Atualizar...

Nova Arquitetura – Bauhause – Valter Gropius

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A escrita sobre este livro, ficou no forno por mais de 4 anos. Após lido e com a passagem da oportunidade de escrever e publicar sobre, eis que chega o momento. O Blog, querendo ou não, é sobre Design e assuntos coligados mas de uma forma geral, também abarca literatura. É nesse embaralhado grupo de opções que o texto de hoje dedica seu espaço a Gropius e a Arquitetura. O livro que Gropius escreveu em vida e que relata, por ele próprio, como a arquitetura mudou durante o século XX é uma obra onde o olhar do profissional/professor da arquitetura, uma área coligada a design, tem muito o que aprender com o design, e a ensinar ao próprio curso de Design. Bauhaus é a mais famosa escola de Design da 1ª metade do século XX e sua estrutura inicial serve, até hoje, como referencia para a criação de novos cursos, mesmo os mais modernos. Para quem percebeu, num passado não tão longínquo, Design estava atrelado mais as guildas dos mestres artesãos do que a Arquitetura enquanto a Arquitetura se ali...

Uma volta ao passado: O Planejamento Visual Gráfico de outrara ainda é parte da realidade

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O livro mostra a evolução da impressa e da prensa. Literalmente passa por diversos momentos onde a construção do conhecimento de impressão e produção de material gráfica ainda não existia mas foi se consolidando com o passar das épocas, movimentos políticos, necessidades de se informar e comunicar entre tantas outras situações que hoje consideramos cotidianas. O trabalho passa pela produção dos diferentes tipos de papéis que podem ser usados na construção de um material impresso. Desde sua qualidade e durabilidade até o acabamento que podem receber após a finalização da impressão. Este também mostra como os processos de impressão também evoluíram, melhoraram, diversificaram e para qual suporte este ou aquele projeto é melhor. Falar de impressão, é também falar de tintas e o livro dedica breve espaço para este insumo. Fala dos processos e das máquinas de impressão: como flexografia, rotogravura e silk; além de indicar publicações de época que hoje fazem parte da história gráfica do país...

A evolução da mídia: da ignorância coletiva à ignorância compulsiva, ou quase isso...

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UMA HISTÓRIA SOCIAL DA MIDIA: De Gutenberg a Internet é um trabalho histórico da evolução na produção das mídias. Sejam essas mídias: impressas ou radiotelevisivas; analógicas restritas ou digitais irrestritas; estáticas definitivas ou dinâmicas e manipuláveis; o livro passa por relevantes marcos históricos, euro americanos, na construção de conhecemos hoje como informação. A pesquisa foi realizada pelos autores ASA BRIGGS & PETER BURKE, e publicado no Brasil pela editora ZAHAR (2006) mostra como a cultura da informação foi construída e estabilizada enquanto a forças políticas e das religiões tentavam impor suas visões, restritas, de mundo, como sendo as mais importantes, perante a sociedade de suas épocas. Como essa mesma sociedade não era alfabetizada, o controle das informações era, obviamente, fator de manipulador até que a noção do que é a “opinião pública” foi cunhada e serviu de base para boa parte do que é apresentado. Ao começar pelo marco histórico da Prensa de Tipos móve...

Bienal do Livro do Rio, 2023. E passou passando...

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Mais uma bienal do livro se foi, 2023 já está terminando, e com ela variadas coisas ocorreram. A primeira delas foi, de novo, a minha não presença, num dos eventos que mais gosto. Seja para gastar com algo que não tenho em livros que provavelmente não irei ler, mesmo que eu queira e deseje... mais uma bienal do livro passou.  E sendo ela, a do RJ ou a de SP, é sempre um evento carregado de muitos outros eventos. Em 2021 (pós pandemia) passei longe. Lá em 2019 (estava em Goiânia) e 2017 (onde estava mesmo?) não lembro. Em 2015, essa sim, na época do SENAI RJ, foi boa. Como professor algumas vantagens existem. Em 2013 gastei uma pequena fortuna em livros que li, em parte, mas não usei para produzir minhas aulas de modelagem 3D. Complicaram além do necessário o que não precisavam e onde estão esses livros? Vão bem, obrigado. Acumulando poeira na estando do quarto. E bem além das compras, sempre tem aquela seção de autógrafos inesperada ou almente concorrida, por outros autores tietes ...

Estudar é uma Arte! E isso foi só pro mestrado…

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Pelas minhas órbitas foto sensíveis bombardeadas por luzes coloridas, brazukas... Estudar é uma Arte! E isso foi só pro mestrado… Aprender estatística, pesquisa acadêmica, extrair conteúdo relevante de publicações acadêmicas, apresentar trabalho em congressos, ter prática de aula, fazer síntese de conteúdo, resumo técnico, ter na bagagem infinitas horas de leitura, e carregar proficiência em língua estrangeira? Não é facil. Junte a isso um breve estágio docente, editar revista científica do programa, ter virado parecerista de outra revista científica, ser bolsista capes, e ter um CR de 9,3 em 2 anos de curso… Ufa! Achou pouco? Eu não acho que foi pouco e ainda tenho gás para mais mas… Vamos por partes e ao mesmo tempo, no meio dessa louca caminhada, vem também a graduação de Artes Visuais só pra ter mais uma abertura de possibilidades pois Estudar é uma Arte! Aprender a pesquisar, direito, e publicar trabalhos, com resultados, é o mínimo que se espera dos diversos estudantes das infini...

Termine o jogo, caramba...

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A ideia original surgiu em uma dúvida que um dos grupos de telegram, ao qual participo, precisou explanar. É fácil fazer jogos? Melhor perguntar: o que é fácil de ser feito quando não se sabe fazer?  Então tá... 1) termine o jogo. Refaça projetos. Estude a engine fazendo jogos. Mas não pare antes de entregar. E faça um post mortem. Post mortem é uma avaliação crítica de tudo q foi feito no projeto. Escolhas, trocas, abstenções e algum detalhe que foi ignorado ou exagerado e não atingiu os objetivos. Naquilo que acertaram tb comenta. É tipo um check list de coisas boas, ruins e medianas q ocorreram. Ajuda a saber onde erraram e acertaram. 2) equipes. É preciso separar quem manda e quem obedece. Mesmo entre amigos. Organização do grupo e atribuições são fundamentais pra gerir e dar continuidade aos projetos. Sem isso esquece, alguém vai acabar ou vacilando ou sobrecarregado. 3) Já trabalhei com equipes pequenas que num ano ganhamos prêmios, no outro não entramos em sintonia. Particip...

Design cria? Como? Com qual ferramenta? Em qual técnica?

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Com todo o aparato contextual do texto, a Designer Dra. Ana Veronica Pazmino (UFSC), desenvolveu uma pesquisa sobre ferramentas e técnicas criativas para o desenvolvimento de novos produtos industriais. Design tem relação direta com a cultura material humana e a progressão do desenvolvimento tecnológico do mundo e de suas fábricas. Apesar da cultura material ser o principal item disponível para a realização de estudos arqueológicos e antropológicos das antigas civilizações humanas, muitos autores da área do Design consideram a 2a Revolução Industrial como o ponto de início do Design mas pela antropologia a cultura material é bem mais antiga. O livro “Como Se cria, 40 métodos...” é um compilado de diversas técnicas desenvolvidas no decorrer da 2a metade do século XX que hoje são a base da atuação do Designer de produtos e principal forma de manter a evolução industrial e produção manufaturada do mundo.  Inevitavelmente a pergunta “A tecnologia é neutra?” aparece e a resposta que se ...

Uma rápida viagem a um passado recente da ilustração

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 O livro ABC do Rendering é um apanhado de técnicas manuais e digitais de ilustração que demonstram como a evolução, tanto das técnicas quanto dos softwares e computadores, mudaram bastante nos últimos 20 anos. O Photoshop, que fora lançado em 1987, não era um programa tão robusto como está hoje, em 2023. Apesar de novato era promissor. Além de terem melhorado a tecnologia, novas ferramentas vieram e os equipamentos expandiram bastante. O que para poucos era muito, para muitos era infinitamente distante.  Apesar do livro ser de 2003, e ter 3 versões diferentes, para propósitos diferentes, as etapas de produção dos desenhos também foram quase totalmente digitalizadas. Entretanto os recursos usados neste trabalho ou se tornaram caros e restritos (fora a importação de muitos deles) ou se tornaram itens de luxo (para quem não tem intenção de trabalhar com ilustração profissional) MAS ajudam a entender o que mais me chamou a atenção: o processo de produção das ilustrações, por isso...

E quando sua deficiência não é considerada deficiência?

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Se tiver preguiça de ler então passe longe pois o t exto e longo, reflexivo... Sou usuário de óculos desde os 8 anos de idade, e com essa tecnologia, reduzo parte dessa "deficiência" natural que tenho. A própria sociedade encara o uso de óculos como uma não deficiência mas sem ele, sim os óculos, não conseguiria fazer 80% do que faço como profissional (qualquer que seja a minha atuação ou de dirigir). Se a sociedade não tivesse desenvolvido os óculos (independente da época e da solução desenvolvida), essas pessoas, com limitações visuais (graves ou não tão graves) teriam muito mais dificuldade de se encontrar nas suas rotinas do que as classificadas como normais. MAS não é só essa deficiência que existe... Como Designer, sou obrigado a pensar em projetos, soluções e viabilidade técnica desses produtos o tempo todo. Muito além da atuação mas como pessoa é importante levantar essas situações. O 1º ponto a ser ressaltado, além de ser mais reflexivo, é: sou ou não sou considerado...