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O VADE MECUM DAS HQs

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Como estudar a construção das histórias em quadrinho Essa publicação começou pelo questionamento de um conhecido meu que me perguntou “Xará, gostei da sua análise.” Isso faz alusão direta ao texto anterior, cliquei aqui , sobre a produção de artes digitais que publiquei semanas atrás, e ele continuou a pergunta “Mas fiquei curioso com a sua última frase: "Existem trabalhos melhores e mais recentes". Sim existem trabalhos melhores e farei sobre isso pois estava fazendo e neste exato momento, para terminar o questionamento dele ainda teve um complemento “Você fará algum outro post sobre esses materiais mais recentes? Se não, pode recomendar algum(ns)?” e a partir desse feliz comentário, muito grato a ele, faço uma nova postagem sobre esses livros de Histórias em Quadrinhos. A façanha dessa lista grande, sem dúvida, é ter uma variedade enorme de livros que podem ajudar aos interessados em como devem adentrar nessa fantástica fábrica de histórias e personagens mas também recordo ...

Quando cadência e editoração determinam a qualidade

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Guia para iniciantes da pintura digital, Beginners Guide to Digital Painting, um dos livros da coleção 3D Total, mostra algumas ideias sobre os processos de pintura no meio eletrônico. Obviamente, o mais importante é não perder a atenção nos recursos que o software usado tem desfocando a atenção dos interessados no processo. O software usado, neste caso, foi o Photoshop em sua versão CS 5, lá de 2010 e com ele muitas coisas mudaram no passar das versões futuras. É antigo? Sim mas o conhecimento por dentro da obra continua sendo funcional. Entretanto, o que a obra tem de bom, texto explicativo, é o que a deixa terrível: a cadência desse mesmo texto. Pode até ser bem escrito mas a forma de apresentar o trabalho acaba cansando mais a vista dos leitores do que ajuda no entendimento do conteúdo. Capa do trabalho, creditos à 3D TOTAL As partes importantes para serem ressaltadas são: pratique e muito. Quanto mais se pratica melhor se tornará. As opções de mesclagem mais recomendadas foram: Mu...

Gosta de ler? Inscreva-se!

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Certa vez um conhecido, de outro Estado, veio falar comigo "como faço para me inscreve? Não achei o botão..." e isso virou essa breve postagem e dessa singela observação, fucei o sistema em busca da tal opção "inscreva-se" pois todo novo leitor e curioso que se preza e chega aqui, tem o direito de saber, "posso me inscrever?" pode e vá em frente.  Aqui é uma casa sem paredes e sem muros e sem teto mas protegida e livre... Gosta de livros? Inscreva-se. Gosta de resumos comentados de livros? Inscreva-se. Gosta de ler coisas diferentes e não massantes? Inscreva-se. Quer se informar de leituras interessantes? Inscreva-se. Enfim, porque esse link está sendo tão bombardeado é justamente para você, leitor, curioso, interessado, pessoa que não gosta de perder tempo em outras redes sociais e mídias gigantes como jornais e revistas tradicionais de nosso país, sim este link é para você. Para tu se manter informado de outras coisas. Para tu se manter livre de certas f...

Aprenda Krita para ser um ilustrador digital

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Aprenda Krita mas já deixo o adendo: se puder aprenda o Clip Studio, é o mais próximo do Krita. Se não puder? Leia os livros, mesmo em inglês, é o mais próximo do Krita. Faziam dias que estava procurando algum livro sobre ilustração e achei uma boa variedade e quantidade de trabalhos já publicados e em arquivo PDF. Até certo ponto é um detalhe importante saber que esses livros existem porém quando a pesquisa se debruçou sobre ilustração digital, o esforço foi multiplicado por variados fatores e dentre esses constatei: não existir algo fácil de se achar em português brasileiro; não existir fontes digitais dos documentos; não encontrar algo relevante; não encontrar trabalhos que ensinem técnicas para o meio digital e por aí vai. Verdade seja dita: encontrar alguns trabalhos de graduação e/ou mestrado relevantes que mostrem alguns pontos dos processos de ilustração digital foi importante mas que aqui fique bem claro: nenhum deles me satisfez pois são trabalhos mais acadêmicos do que práti...

Mídia. Um livro sobre o controle do olhar e pensamento coletivo pelos meios de comunicação.

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O livro ‘Mídia’, de Noam Chomsky (2015), da editora WMF Martins Fontes, mesmo tendo sido escrito lá no início dos anos 2000, faz um recorte interessante de como a Comunicação Institucional e Governamental esbarram no interesse midiático sobre como alguns assuntos podem ser mais importante que outros, e como os diferentes enfoques mudam as rotulagens aplicadas conforme diferentes interesses. Porém quem aplica esses rótulos e sobre quem eles são aplicados é o ponto crucial da abordagem do autor. Sobre o assunto de cotidiano Mídia, Informação, Governo e Interesse, do final dos anos 1990, essa rotulagem é variável e segue até os dias de hoje. Nestas últimas semanas, estudar sobre a construção social das civilizações e das ferramentas de comunicação me forçou a ler sobre Mídia e Cultura, pois, desde a metade da faculdade o interesse por antropologia e sobre a evolução cultural das sociedades me desperta curiosidade. E graças a essa curiosidade, pude acessar diferentes autores e redações di...

O que a Mídia e o Poder podem fazer para criar o Contrapoder?

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Mídia, Poder e Contrapoder. Um trabalho de autoria tripla onde seus autores se debruçam sobre a influência que a Mídia tem na sociedade. O que são as mídias? E como elas se comportam? São as perguntas que norteiam as noções de informação que é repassada para a população. Numa democracia plena, onde os 3 poderes convivem harmonicamente, não impede que conflitos políticos e ideológicos ocorram. E para que a democracia seja plena, esses conflitos precisam ocorrer pois as defesas de ideias do legislativo e a aplicação prática de determinadas legislações pelo executivo, precisam ser compatíveis com o modelo de governo e a constituição vigente naquele país. A função dos 3 poderes, ou seja, do Legislativo (aquele que cria as leis), do Executivo (aquele que executa o orçamento) e do Judiciário (aquele que verifica se determinadas leis são ou não são compatíveis com a constituição vigente) é buscar o consenso e o equilíbrio de vontades que os representantes populares e os governantes, devem se ...

O que é Arqueologia das Mídias? - Tradução da eduerj

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Com o fim do mestrado, os interesses em diferentes assuntos começam a se tornar evidentes e graças a isso novas leituras aparecem. E dessa maneira cheguei na bibliografia de alguns cursos de doutorados sobre cultura que me interessaram. “O que é Arqueologia das Mídias?” entra nessa situação de continuidade dos estudos. Apesar do livro ter sido escrito lá pelos anos 2011, pelo alemão pesquisador Jussi Parikka, a escola de comunicação da UERJ costuma buscar fontes de referência e pesquisa além dos autores anglo-americanos. Por ser um fator de construção de visão mundo, favorável a uma análise diferenciada e ampla, também não deixa de ser e estar incrustada no tradicional eurocentrismo. Mesmo assim, não de ser uma ação favorável a uma formação abrangente e, sim, isso é excelente. O livro é dividido em alguns capítulos de diferentes recortes e com uma profundidade aceitável. Como o assunto é novo e ainda em volto de diferentes vertentes, e com a evidente falta de livros de base para se ent...

Quem quer a revolução? Quem quer a estagnação?

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Desde quando decidi mudar para os programas Open Source não imaginava encontrar tantas soluções disponíveis. Algumas delas são bem práticas, com relação aos programas prioritários, outras não tão praticas assim mas tão importantes quanto pois existem. Alguns desses programas são realmente bem diferentes das versões tradicionais dos famosos programas pagos outros são tão semelhantes que não escondem suas referências. Na prática, a escolha de usar as ferramentas livres, além da financeira, é também uma escolha política, dos usuários, que acaba por esbarar nas discussões sobre inclusão e emancipação das pessoas das ‘amarras contratuais’ que os programas prioritários mais conhecidos criam aos seus consumidores e por ser um produto comprado, mesmo digital, não deixa de existir um consumo e um custo para sua manutenção. Dessa forma, e dentro dessas escolhas, esta breve pesquisa me mostrou algumas curiosidades bem interessantes sobre o comportamento individual inerente às pessoas. Para entend...

As perversidades do Capital - um estudo de comunicação

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Terra arrasada – Além da era digital, rumo a um mundo pós-capitalista É um estudo de comunicação publicado como livro onde ocorre uma crítica consistente do mundo contemporâneo, que foi construído nos alicerces do medo de uma nova guerra, que nasceu no século XX, e da exploração maximizada dos recursos naturais finitos que o mundo dispõe (desde tempos imemoriais). O autor constrói sua visão sobre o sistema econômico capitalista como falido pois este é insaciável pela fonte infinita porém a crítica é justamente o “como manter essa exploração se os recursos não são infinitos?”. Para isso absorve citações de diversos outros estudiosos, de distintas épocas, que analisaram as diferentes situações políticas como estruturas consagrantes do modelo vivente. O resultado de sua análise se aprofunda quando se encontra na visão de “sociedade empobrecida” devido a infindável valorização do acúmulo do capital por uns poucos indivíduos. Em contra partida, as megacorporações se tornam cosmopolitas na c...

E a história se repete com mais frequencia do que se imagina...

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Bom, bonito e barato continuará sendo uma Utopia e a civilização ainda não se deu conta disso... Para quem costuma estudar história, o que não é a maioria do povo desse tempo, sabe que o movimento Arts & Crafts, do Século XIX, brigou muito para valorizar os mestres artistas artesãos daquele tempo, em prol da arte pela técnica e pelo conhecimento específico da classe. Devido a mecanização de então, a intenção era baratear a produção e sem querer querendo quebrar os pequenos produtores, dententores do conhecimento produtivo, junto da rápida industrialização da dona Inglaterra, foram os primeiros a serem atingidos. Devido a isso, os movimentos artísticos daquele tempo, ou repudiaram a indústria, ou a abraçou incondicionalmente. Dessa maneira, os intelectuais geraram diversos manifestos no período, levando ao que a história denomina hoje como Modernismo. Período este que abarca, mais ou menos, 1860 a 1940. Após isso foi-se rotulando, o pós 2a guerra, como pós-moderno. É bom lembrar que...